Filmes

Sob a sombra da palmeira, 2020, 17 min

Chheangly Yeng escreve poemas e os canta. As palavras dele nos apresentam seu pai, Chea Yeng, um trabalhador rural dos arredores de Phnom Penh, capital do Camboja. Enquanto partilha um pouco da história da família, seu olhar busca uma palmeira que cresceu no terreno em que seu pai cultivava arroz. O filme acompanha de modo sensível o relato e o poema. Um convite a pensarmos: quanta poesia há impregnada nas paisagens que habitam nossa memória, para as quais olhamos novamente envoltos pelo filtro da saudade? (escrita por Alessandra Brito)

Under the shade PhotoPress (1) -10mb

Poemas do Camboja, 2020, 25 min

Uma série de poemas cambojanos conduz um olhar estrangeiro que percorre as cidades, campos e templos do país. Juntas, imagem e poesia se afetam e multiplicam seus sentidos que tocam questões sociais, ambientais e políticas.

Poems of Cambodia 02 - PhotoPress

Missa 法事, 2013, 20 min

O filme apresenta um ritual budista de uma família de descendentes de japoneses no Brasil.

Quase que só há estrelas, 2012, 12 min

(Co-direção: Marília Lima, Nilson Alvarenga, Tomyo Costa Ito)

“Juiz Fora, naquele tempo, era um trecho de terra cercado de pianos por todos os lados”. Pela poesia de Murilo Mendes o filme interrompe o mover da cidade. Um olhar que sempre retorna às imagens e nos faz ver de novo o transitar dos carros, o trabalho das máquinas, a rigidez dos prédios, os pés e as mãos, as pessoas que habitam a cidade, a cidade que habita as pessoas.

Quase que só há estrelas_FOTO_DIVULGAÇÃO

Dulia, 2010, 14 min

(co-direção: Mariana Musse, Tomyo Costa Ito)

“Algumas choram. Algumas sentem por dentro. Mas outras só olham aquilo ali como cenário de um teatro. Por isso esta tristeza para uns e alegria para outros”